Custo e viabilidade econômica na cultura da soja com aplicação de regulador de crescimento vegetal

Autores

  • João Paulo Ferreira Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva (FAIT)
  • Gabriela Antunes Duarte Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva (FAIT)
  • Leandro Manoel Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva (FAIT)
  • Jean Gil Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva (FAIT)
  • Renato Boreli Silva Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva (FAIT)
  • Edjair Augusto Dal Bem Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva (FAIT)
  • Dorival Pinheiro Garcia Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva (FAIT)
  • Fabio Monteiro Leite de Souza Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva (FAIT)

Palavras-chave:

Glycine max, produtividade, lucratividade, bioestimulante vegetal

Resumo

Aplicações com reguladores de crescimento vegetal (sintéticos ou naturais) auxiliam no crescimento e na produtividade das culturas em detrimento da fase correta de aplicação. Nesse sentido, esta pesquisa objetivou avaliar o custo de produção da soja e a viabilidade econômica pela aplicação via foliar do hormônio vegetal composto à base de auxina (0,005% do ácido indolbutírico – IBA - análogo de auxina), giberelina (0,005% de ácido giberélico - GA3) e citocinina (0,009% de cinetina) na cultura da Soja cultivar Monsoy 5917 Ipro, aplicados na fase vegetativa de 4 a 6 trifólios (V5), em floração plena (R2); em enchimento de grãos (R5) e o controle sem aplicação. O experimento foi conduzido na safra de 2016/17, na fazenda experimental da Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias (FAIT), localizada no município de Itapeva-SP. A condução do experimento foi em delineamento em blocos casualizados (DBC) com quatro repetições por tratamento, totalizando dezesseis parcelas experimentais. A recomendação de aplicação foi de 0,5 L ha-1 de acordo com as recomendações para a cultura da soja nas fases fenológicas propostas na pesquisa experimental. Pela análise econômica e rentabilidade, a fase de aplicação em R2 promoveu maior produtividade (4.817,60 Kg ha-1) com contribuição positiva nos índices de lucratividade (61, 18%) e com ganhos de R$803,70 em relação a não aplicação do regulador vegetal de crescimento.

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Publicado

2018-11-20

Edição

Seção

Artigos