Avaliação da toxidade aguda de angico (Anadenanthera falcata), pau-santo (Kilmeyera coreacea), aroeira (Myracrodruon urundeuva) e cipó-de-são-joão (Pyrostegia venusta), por meio do bioensaio com Artemia salina

Autores

  • Eni Aparecida do Amaral Centro Universitário de Patos de Minas (UNIPAM)
  • Regildo Márcio Gonçalves da Silva Centro Universitário de Patos de Minas (UNIPAM)

Palavras-chave:

Artemia salina, plantas medicinais, toxicidade aguda

Resumo

O uso de plantas medicinais é expressivo na região do Alto Paranaíba-MG devido ao baixo custo e à expectativa de não causarem efeitos tóxicos. Este trabalho teve por objetivo avaliar a toxicidade de Anadenanthera falcata, Kilmeyera coreacea), Myracrodruon urundeuva e Pyrostegia venusta , por meio do bioensaio com Artemia salina. Dez larvas de A. salina (n =10) foram incubadas em cada placa de cultura na presença de concentrações graduais de extrato ou látex (triplicata). A análise foi feita comparativamente ao controle positivo, com indivíduos de A. salina tratadas com NaClO a 1%, e ao controle negativo, com apenas solução salina e as larvas de A. salina, após 24h e 48h de incubação no escuro. Os resultados obtidos demonstraram que os extratos de Myracrodruon urundeuva e Kilmeyera coreacea não apresentaram toxicidade aguda significante. Os extratos de Pyrostegia venusta e Anadenanthera falcata apresentaram elevada toxicidade aguda, em 48h e, portanto, tais plantas devem ser utilizadas com cuidado, respeitando seus riscos toxicológicos.

Biografia do Autor

Eni Aparecida do Amaral, Centro Universitário de Patos de Minas (UNIPAM)

Aluna do curso de Ciências Biológicas

Regildo Márcio Gonçalves da Silva, Centro Universitário de Patos de Minas (UNIPAM)

Professor doutor orientador da pesquisa

Downloads

Publicado

2018-11-13

Edição

Seção

Artigos